RAÍZES RELIGIOSAS DA PALAVRA “PAZ” (Parte 2)
Um olhar a partir das Sagradas Escrituras Judaico-Cristãs

de João Luiz Correia Júnior

 

O sentido da palavra “paz” nos textos fundadores da religião cristã

            Nos Textos Sagrados do Cristianismo (Segundo Testamento da Bíblia), o termo que traduzimos por “Paz” é a palavra grega Irene. O termo não tem nada a ver com o sentido da palavra romana “Pax”. Procura guardar o sentido do termo hebraico Shalôm, usado nas Sagradas Escrituras Judaicas.[1] Assim, vejamos...

 

No Evangelho de Paulo

Nas Cartas Paulinas, Irene guarda o sentido judaico de Shalôm. Não se trata da propalada “Pax et Securitas” romana, propaganda ideológica de que onde o Império domina há paz e segurança.

Já em 63 a.C., Pompeu invadiu a Judéia sob a bandeira da “paz e segurança”... Mas essa ideologia foi, sobretudo, uma realização do Imperador Augusto.

Augusto (Venerável) é um título conferido pelo Senado Romano, em 27 a.C., ao Imperador, cujo nome de origem era Caio Otávio. Ele era sobrinho de Caio Júlio César. Quando César o adotou como seu herdeiro, tomou o nome de Caio Júlio César Otaviano. Nas guerras civis que se seguiram ao assassinato de César em 44 a.C., Otaviano triunfou finalmente em 31 a.C., e governou Roma até sua morte, em 14 d.C.  Ele recusou o título de rei, mas governou mediante o controle do Senado e mantendo em suas mãos as funções de tribuno e procônsul das províncias onde as legiões estavam estabelecidas... Todos os imperadores posteriores conservaram o título de Augusto.[2]

Com poder concentrado em suas mãos, o Imperador realiza uma série de reformas, adequando Roma à sua nova condição de Estado mundial. Começa um grande processo de urbanização por todo o Império, forma mais adequada à instalação das estruturas de dominação. Roma instaura a ideologia de que, com a dominação romana, surge uma idade áurea de paz e segurança.

Desse modo, o imperador celebrava uma paz assegurada pela vitória, uma vez que a “Pax” romana era em geral imposta aos povos mediante a guerra. Augusto “pacificou” a Gália, Espanha, Alemanha, Etiópia, Arábia e Egito pela força das armas. Em toda parte que o Império fincava suas garras, fixava-se uma cláusula de paz e segurança para justificar a perda de autonomia do desgraçado povo conquistado, e compensar os terrores iniciais da dominação... Por meio dessa ideologia, o poder romano garantia o grau elevado de exploração que se dispunha manter...[3]

            Paulo repudia duramente essa mensagem de “paz e segurança”, propaganda ideológica do Império, situando-a do lado das trevas, símbolo do mal e da morte... É o que lemos numa das últimas advertências da Carta aos Tessalonicenses:

“Quando as pessoas disserem: ‘Estamos em paz e segurança’, então de repente a ruína cairá sobre elas, como dores do parto para a mulher grávida, e não poderão escapar. Mas vocês, irmãos, não vivem em trevas, de tal modo que esse dia possa surpreendê-los como um ladrão. Porque todos vocês são filhos da luz e filhos do dia. Não somos da noite nem das trevas. Portanto, não fiquemos dormindo como os outros. Estejamos acordados e sóbrios” (1Ts 5,3-6).

Essa advertência à comunidade cristã é pedagogicamente voltada para a desalienação contra a ideologia dominante. Para Paulo, os discípulos e discípulas de Jesus não podem compactuar com a ideologia das trevas, pois são filhos e filhas da “luz”. Como tal, têm de estar “acordados e sóbrios”, isto é, com consciência clara para discernir sobre o que está acontecendo no cenário político e social do contexto presente, e optarem pela fidelidade ao compromisso com a causa da vida[D1].

A motivação para resistir à falsa paz do império, segundo Paulo, não poderia ser outra, senão o próprio Jesus, “nosso Kyrios”, isto é, “Senhor” dos que, tal como o Apóstolo, seguem Jesus, o único que nos dá paz e segurança, estejamos “acordados ou dormindo”. Temos aqui uma contraposição ao Kyrios do mundo: Augusto. Vejamos o texto:

“Pois Deus não nos destinou à sua ira, e sim para a salvação através de nosso Senhor Jesus Cristo, o qual morreu por nós a fim de que, acordados ou dormindo, fiquemos unidos a ele. Portanto, consolem-se mutuamente e ajudem-se uns aos outros a crescer, como aliás vocês já estão fazendo” (1Ts 5,9-11).

Além da fé unicamente no Senhor Jesus, contrapondo a fé no Senhor da terra, Paulo sugere a vida comunitária como uma excelente forma de resistência ao poder do Império: “consolem-se mutuamente e ajudem-se uns aos outros”.

Segundo Paulo, as orientações práticas para a vida comunitária, orientam na direção dos fundamentos para a construção da verdadeira Paz. Tais fundamentos espelham-se na prática de Jesus.

Exemplo disso está no belo canto cristológico, provavelmente usado nas celebrações das primeiras comunidades cristãs e recuperado por Paulo na Carta aos Filipenses. Lemos, como introdução, a seguinte proposta: “Tenham em vocês os mesmos sentimentos que havia em Jesus Cristo” (Fl 2,5), isto é, os mesmos sentimentos que motivaram Jesus ao “esvaziamento de si mesmo”, abrindo mão de todos os seus privilégios.

Para quem vive no contexto do Império, como os cristãos da comunidade de Filipos, esse “esvaziar-se” de si significa abrir mão dos privilégios de pertencer ao politeuma judaico (3,4-11) e também renunciar aos privilégios da cidadania romana. “Num tempo em que Roma reconhecia oficialmente o direito dos judeus, único no império, de honrar a César com preces ao seu próprio Deus solitário em seu favor, Paulo urge firmemente aos filipenses (e a outras comunidades) a resistirem àqueles – provavelmente gentios convertidos ao cristianismo – que advogavam a camuflagem protetora de um modo judaizante de vida”[4].

Rompendo com a ideologia do Império, cujo grande sonho das pessoas consiste em dominar os outros como senhor de muitos servos, e cujo fundamento está sintetizado na práxis da violência disfarçada de paz, a proposta de Paulo consiste numa contra-ideologia dominante, que consiste concretamente no esvaziar-se de si mesmo, assumindo a condição do serviço solidário, segundo o paradigma Jesus, que “assumiu a condição de servo” (Fl 2,7).

Por meio do serviço solidário, em que todos são iguais no serviço, seja qual for o tipo de serviço, as comunidades cristãs são chamadas a dar excelente exemplo. Nessa linha de reflexão, por meio da metáfora do corpo aplicado à vida comunitária, Paulo sugere que é possível manter a unidade, isto é, a Paz entre as pessoas, desde que cada qual se disponha a servir, na diversidade dos serviços prestados para o bem comum. Nisso está o alicerce da verdadeira Paz Social, única capaz de construir a Justiça Social tão sonhada pelos profetas de Israel. A Paz comunitária, segundo o paradigma cristão tem, portanto, seus fundamentos na solidariedade por meio do serviço (1Cor 12,12-31).

Nessa perspectiva, podemos compreender porque Paulo, logo em seguida, coloca o tão conhecido hino ao Amor (1Cor 13,4-7), como que para dizer que o Amor é o cimento que dá consistência ao alicerce do serviço solidário, sem o qual não pode haver Paz:

“O amor é paciente, o amor é prestativo; não é invejoso, não se ostenta, não se incha de orgulho. Nada faz de inconveniente, não procura seu próprio interesse, não se irrita, não guarda rancor. Não se alegra com a injustiça, mas se regozija com a verdade. Tudo desculpa, tudo crê, tudo espera, tudo suporta...”

Nos Evangelhos, Jesus é apresentado como alguém que promove a Paz pelo serviço solidário em prol da promoção da vida. E o faz não só por meio de suas sábias palavras de orientação mas, sobretudo, por suas ações solidárias. Não é paz de aparências, fundamentada no medo do poder bélico militar dos que detêm o poder, ou em sua propaganda de que em toda parte temos segurança...

Em sintonia com a literatura religiosa judaica, que apresenta o Deus de Israel como aquele que liberta de toda situação de opressão, miséria e escravidão (Ex 3,7-8), causadora de sofrimento e promotora da violência generalizada em todas as camadas sociais, os Evangelhos Sinóticos apresentam Jesus como aquele que vem restaurar o reinado desse Deus na história, promovendo bem estar social e paz não só para o povo de Israel, mas para todos os povos. Assim, vejamos...

           

O Evangelho de Marcos.

O contexto em que surgiu o texto de Marcos não promovia a paz social e, conseqüentemente, também não era promotora de paz pessoal, justamente porque produzia muita gente socialmente desenraizada, prestes a deixar seu domicílio e a vida regular. As condições sócio-econômicas do contexto de Marcos estavam ainda mais deterioradas, do que aquelas do tempo de Jesus. Especialmente na década anterior aos levantes da guerra romano-judaica (período que mais ou menos corresponde ao da redação do Evangelho), a deterioração econômica e política deixou em extrema pobreza partes significativas da população palestinense, principalmente nas áreas rurais. E, como parte inseparável do ciclo de pobreza, a doença e a incapacidade física se fizeram sentir mais fortemente. Para o trabalhador diarista, a conseqüência disso era imediata: desemprego e empobrecimento ainda maior. Com isso, só fazia aumentar o número daquelas pessoas que engrossavam as “fileiras” das multidões, verdadeiro “exército” de excluídos(as) sociais.[5]

Em muitas narrativas do Evangelho de Marcos Jesus age em prol da Paz, na medida em que resgata vidas humanas excluídas, desse contexto violento, promotor de miséria e morte. E o faz de forma corajosa: em pleno contexto de dominação dos aliados do Império Romano, promotor da “Pax” romana:

“Depois que João Batista foi preso[6], Jesus voltou para a Galiléia, pregando a Boa Notícia de Deus. O tempo já se cumpriu, e o Reino de Deus está próximo. Convertam-se e acreditem na Boa Notícia” (Mc 1,14-15).

“...Levavam a Jesus todos os doentes e os que estavam possuídos pelo demônio.A cidade inteira se reuniu na frente da casa. Jesus curou muitas pessoas de vários tipos de doença... (Mc 1,32-34).  

De fato, em Marcos, os relatos de milagres são muitos. Salientam a necessidade de se promover a Paz por meio de ações concretas que, primeiro, resgatem as pessoas da goela da morte. Inaugura-se, desse modo, o tão esperado tempo messiânico (como vimos anteriormente quando refletimos sobre os textos do Profeta Isaías).  Tais relatos aparecem como uma forma de promover a paz, por meio do compromisso real com o projeto do Deus da Vida. Sem dúvida, Jesus promove a “Paz” ao restaurar vidas. Por isso, costumava dizer às pessoas curadas: “Vai em PAZ e permanece curada de tua doença” (Mc 5,34).

 

O Evangelho de Mateus

Para o evangelista Mateus, que dialoga o tempo todo com a cultura judaica, Jesus é apresentado como o presente do povo de Israel para todos os povos. Um menino, criança, símbolo por excelência do ser humano sem poder, é apresentado às nações pelo cosmos (representado pela estrela guia) como aquele que merece realmente ser adorado, Jesus, o Rei dos Judeus, o promotor da Paz verdadeira, numa possível referência que contrapõe ao Senhor de Todos os povos, o Imperador Romano, promotor da paz de aparências. Nessa perspectiva, a presença dos magos (cf. Mt 2,1-23) simboliza a participação de todos os povos, incluídos na Boa Nova do amor de Deus manifestado em Jesus.

Jesus lembra que as pessoas comprometidas com a paz serão consideradas filhas e filhos do Deus da Paz, numa profunda coerência com o Primeiro Testamento da Bíblia. É o que está contemplado no Sermão da Montanha, mais especificamente no trecho das Bem-Aventuranças (Mt 5,9): “Felizes os que promovem a paz: eles serão chamados de filhos de Deus (Mt 5,9).

 

O Evangelho de Lucas

No Evangelho de Lucas, quando uma multidão do exército celeste (símbolo do poder de Deus) aparece a humildes pastores da Galiléia (símbolo da humanidade vitimada pela exclusão social promovida pelo poderio bélico militar do Império Romano), proclama num coro grandioso “Glória a Deus no alto, e na terra paz às pessoas que ele ama!”. O motivo é o nascimento de Jesus de Nazaré. O dom da “Paz” será finalmente oferecido às pessoas que Deus ama (as vítimas da violência, as pessoas impossibilitadas de viver em paz por estarem em situação de exclusão social).

O nascimento de Jesus é, nessa perspectiva, a presença viva da “Paz”, uma vez que Jesus encarna, por meio de suas palavras, comportamentos e atitudes, o Deus da Paz. Em sua missão no norte da Palestina, região de muitos latifúndios e, conseqüentemente, de muita exclusão social de famílias e comunidades inteiras que simplesmente sobram no sistema econômico vigente, condenadas a não ser.

Não é sem razão que os discípulos e discípulas de Jesus costumavam, influenciados por Jesus, saudar com a Paz. A saudação, nesse contexto, é uma palavra de poder, que comunica algo do dinamismo das palavras de Jesus: quando houver recusa em aceitar a paz, a paz transmitida retorna a quem pronuncia a saudação (Lc 10,5).

 

No Evangelho de João

Os capítulos 13 a 17 do Evangelho de João formam uma unidade, dentro do contexto da Páscoa, em que Jesus faz a última ceia com seu discipulado, antes de ser entregue. A Páscoa judaica e a Páscoa nova de Jesus são a moldura ideal dessa unidade, na qual temos uma espécie de testamento espiritual do Mestre, num discurso de despedida.

No meio desse discurso, Jesus deixa a sua Paz para as pessoas que o acompanham em sua missão:

“Eu vos deixo para vocês a paz, eu lhes dou a minha paz. A paz que eu dou para vocês não é a paz que o mundo dá. Não fiquem perturbados, nem tenham medo”. (Jo 14,27).

 

Essa “Paz” que Jesus transmite ao seu discipulado é como que uma síntese de tudo o que realizou, satisfazendo a vontade do Pai. Jesus deixa como testamento a sua Paz para quem se habilita a participar de sua luta vitoriosa sobre as forças deste mundo. Trata-se de uma Paz que o mundo desconhece, isto é, que nada tem a ver com “Pax” romana, paz de aparências. A Paz que Jesus dá é algo que brota do mais profundo de uma vida que soube testemunhar a vontade do Deus da Paz.

 

Conclusão

Pelo apresentado exposto, podemos inferir que a cultura religiosa judaico-cristã, em sua origem, inspirou uma mística que, ao longo dos séculos, tem ajudado mulheres e homens a encontrarem sentido na vida ao se empenharem na promoção da Paz.

Ser uma pessoa mística não significa tão somente desenvolver as faculdades espirituais da sensibilidade, da inteligência, da vontade e do coração. Trata-se de entender, orientar e alimentar a vida a partir do Espírito de Deus, Espírito de Amor que tudo anima com seu toque vital, o mesmo que animou Jesus de Nazaré daquela intencionalidade, vigor, exuberância, atitudes, práticas, que caracterizaram a sua vida, paixão, morte e ressurreição.

O sentido da palavra “mística” está bem apresentado no “Dicionário de Conceitos Fundamentais de Teologia”, da Paulus[7]:

Etimologicamente, mística provém do grego myô. Este verbo significa o procedimento de fechar os olhos e olhar para o interior. Daí se deriva, sobretudo, o tipo de mística do mergulho no divino. Constata-se, ademais, historicamente, uma associação lingüística e uma conexão objetiva com os cultos mistéricos: myéô significa iniciar-se nos mistérios. Mystês, era, portanto, o iniciado nos mistérios.

A Mística nasce da necessidade humana de sentido para a vida ou como busca de respostas às questões primordiais da existência. Mística é, então, maneira de fazer com que este sentido tome forma como experiência ou que a pessoa se aproxime do sentido de maneira perceptível. Dois elementos fundamentais caracterizam a Mística:

a) a expressão objetiva dessa experiência no pensamento e no sentimento, na vivência e no estilo de vida (comportamento);

b) a experiência subjetiva, pessoal, intransferível, por meio de visões, êxtase e profecias, contemplação, como também asceses especiais altamente exigente ou estilo de vida extraordinário.

Na Mística, o centro de todos os fenômenos ordinários e extraordinários é a visão extática: o ser humano é arrebatado acima de si e “percebe” (do latim experiri) que com ele está presente mais do que ele próprio.

Na Mística Cristã, essa experiência leva ao Cristo encarnado, isto é, à pessoa de Jesus de Nazaré. O Crucificado (mística da paixão) e o Ressuscitado (mística da luz) são parte dela. Mística Cristã é, pois, a experiência de Jesus Cristo.

A mística cristã não é esotérica (ou o é apenas em sentido relativo); se ela está presente aí no sentido da visão extática, não o evidenciam a intensidade da percepção ou sentimento nem outras formas de fenômeno extraordinário, mas a mudança da vida prática (metanóia, conversão). Sem conversão prática não há mística cristã. 

A mística que promove a paz, “mística da paz”, é um modo de vida, um jeito de viver a Espiritualidade Judaico-Cristã, tão bem expressa nas Sagradas Escrituras dessas duas Religiões. Por meio dela, muitas pessoas testemunharam, ao longo dos séculos, de que é possível assumir o desafio do tempo presente, buscando inspiração no Espírito de Amor que é a essência do Deus da Paz. Tal mística procura dinamizar a potência divina que cada ser humano carrega em si mesmo, com o intuito de interferir positivamente / amorosamente em prol da vida, como co-responsável pela Criação de Deus. Essa é a vocação primeira de todos nós[8].

É urgente, portanto, cultivarmos o trigo precioso da mística da paz que, como vimos, estava tão presente nas raízes da cultura religiosa judaico-cristã. Pena que, ao longo dos séculos, o joio da cultura da violência tenha crescido tanto. Mas, não desanimemos. Ainda há tempo de promover a paz...

 

Bibliografia

BEOZZO, José Oscar. Apresentação.  In: Dom Helder Câmara: obras completas: v. 1, Vaticano II – Correspondência conciliar – Circulares à família do São Joaquim, 1962-1964. Recife: Ed. Universitária da UFPE, 2004.

BOFF, Leonardo. A vida segundo o espírito. Petrópolis: Vozes, 1982.

CONIC – Conselho Nacional das Igrejas Cristãs no Brasil. Solidariedade e Paz: texto-base CF-2005 Ecumênica. São Paulo: Salesiana, 2005.

CORREIA Jr., João Luiz. O poder de Deus em Jesus: um estudo de duas narrativas de milagres em Mc 5,21-43. São Paulo: Paulinas, 2000.

ELLIOTT, Neil. Libertando Paulo: a justiça de Deus e a política do apóstolo. São Paulo: Paulus, 1998.

LECLERC, Eloi. Francisco de Assis: o retorno ao evangelho. Petrópolis: Vozes, 1983.

LÉON-DUFOUR, Xavier. Vocabulário de Teologia Bíblica. Petrópolis: Vozes, 1972, verbete “Paz”.

MACKENZIE, John L. Dicionário Bíblico. São Paulo: Paulinas, 1984.

MARQUES, Luiz Carlos Luz (Org.).. Introdução geral às circulares conciliares.  In: Dom Helder Câmara: obras completas: v. 1, Vaticano II – Correspondência conciliar – Circulares à família do São Joaquim, 1962-1964. Recife: Ed. Universitária da UFPE, 2004.

MIETH, Dietmar. Verbete “Mística”. In: Dicionário de Conceitos Fundamentais de Teologia. São Paulo: Paulus, 1999.



[1] Há algumas exceções, como o dito de Jesus segundo o qual ele “não veio  para trazer a paz, mas a espada” (Mt 10,34; Lc 12,51).

[2] MACKENZIE, John L. Dicionário Bíblico. São Paulo: Paulinas, 1984, p. 97, Verbete “Augusto”.

[3] ELLIOTT, Neil. Libertando Paulo: a justiça de Deus e a política do apóstolo. São Paulo: Paulus, 1998, pp. 243-244.

[4] ELLIOTT; op.cit. p. 258.

[5] CORREIA Jr., João Luiz. O poder de Deus em Jesus: um estudo de duas narrativas de milagres em Mc 5,21-43. São Paulo: Paulinas, 2000, pp. 96-97.

[6] O profeta João foi preso por Herodes Antipas, o Grande, vassalo romano na Palestina. Como Herodes fora seguidor de Antônio, o Imperador Augusto o confirmou como rei dos judeus. Governou de 37 a 4 aC.

[7] MIETH, Dietmar. Verbete “Mística”. In: Dicionário de Conceitos Fundamentais de Teologia. São Paulo: Paulus, 1999, pp. 564 –569.

[8] Gên 1:26

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28/09/2005