Contagem de Corpos - Uma investigação sobre o desaparecimento e reaparecimento de Jesus

de Larry Chapman

Cínicos e céticos

Nem todos estão dispostos a examinar detalhadamente as evidências. Bertrand Russell admite que a sua opinião acerca de Jesus não se baseou em fatos históricos.4 Já o historiador Joseph Campbell, sem citar qualquer prova, referiu calmamente ao público no canal de televisão americano PBS, que a ressurreição de Jesus não é sequer um evento factual.5 Alguns eruditos, como John Dominic Crossan do Seminário de Investigação sobre Jesus, concordam com ele.6 No entanto, nenhum destes céticos apresenta qualquer argumento que sustente as suas opiniões.

Os verdadeiros céticos, de forma oposta aos que refutam sem suportes credíveis, estão interessados nas provas e evidências. Na edição de uma revista intitulada “O que é um cético?” foi dada a seguinte definição: “O ceticismo é […] a aplicação da razão a toda e qualquer idéia — sem exceção à regra. Em outras palavras, um cético não se aplica numa investigação, fechando-se à possibilidade de o fenômeno ser real ou de uma afirmação ou crença serem verdadeiras. Quando dizemos que somos ‘céticos’, queremos dizer que precisamos ter provas pormenorizadas antes de acreditarmos.”7

Contrariamente a Russell e Crossan, muitos dos verdadeiros céticos investigaram e procuraram provas que sugerissem a ressurreição de Jesus. Neste artigo “ouviremos” alguns deles e observaremos como analisaram os seus achados, para aquela que é, provavelmente, a questão mais importante na história da humanidade: Jesus ressuscitou mesmo de entre os mortos?


Leia o próximo capítulo Auto-profecia.
Leia a versão em inglês deste artigo no site da Y-Jesus.


20/04/11