Páscoa
- ilustrações sobre a Páscoa
Algo a proclamar
Margaret Sangster Phippen escreveu que nos anos 1950 seu pai, o famosos evangelista W.E. Sangster começou a notar um incômodo na sua garganta e uma dificuldade em uma das suas pernas. Quando ele foi ao médico, soube que tinha uma doença incurável que causava atrofia muscular progressiva. Seus músculos iam aos poucos atrofiar, ele perderia sua voz e ele perderia a capacidade de engolir. Sangster se entregou ao máximo no seu trabalho de missões domésticas na Inglaterra, estimando que ele ainda podia escrever e teria ainda mais tempo para orar. "Deixa-me ficar na luta, Senhor" ele orou. "Não me importo não mais ser general, mas, me deixe apenas um regimento para liderar." Ele escreveu artigos e livros, e ajudou a organizar células de oração espalhadas pela Inglaterra. "Estou apenas no jardim da infância do sofrimento" ele disse a pessoas que tiveram pena dele.
Aos poucos, as pernas de Sangster perderam sua utilidade. Sua voz acabou por completo. Mas, ele ainda conseguia segurar uma caneta, tremendo. Na manhã de seu último domingo de páscoa, poucas semanas antes que faleceu, ele escreveu um recado para sua filha. Na mensagem ele escreveu, "É terrível acordar no domingo de Páscoa sem voz para proclamar "Ele ressuscitou!". Porém, mais terrível ainda seria ter uma voz e não ter nada a proclamar."
- Larson, Craig Brian, editor "Illustrations for Preaching and Teaching from Leadership Journal," Grand Rapids: Baker Book House, 1993, p. 64.
Porque as marcas permanecem
Se Deus ressuscitou Jesus da morte, por que Ele não restaurou seu corpo? Por que feridas? Por que a marca dos pregos que dava para sentir com as mãos? Será que a palavra do Evangelho está dizendo a nós na nossa espera: "Você não verá a Jesus até enxergar suas feridas"? De alguma forma ou outra, precisamos entender que o Cristo ressuscitado é sempre o Cristo ferido. Vivo, mas, nunca sarado. Livre da morte, mas, marcado para eternidade. Os surdos tem um sinal para Jesus. O dedo do meio de cada mão é colocado na centro da palma da outra mão. Jesus, eles sinalizam, é aquele com as mãos feridas. E quando eles tocam aquele lugar, eles lembram. Eles escutam o nome dEle na sua própria pele. - John Vannorsdall
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O legado de Jesus
Se a Páscoa disser qualquer coisa para nós, é que Jesus estará sempre conosco. Os pirâmides do Egito são famosos porque abrigaram os corpos mumificados dos antigos reis do Egito. O Catedral de Westminster em Londres é reverenciado porque lá jazem os corpos da nobreza e de Britânicos famosos. O mausoléu de Maomé é notável pelo caixão de pedra e os ossos que contém. O cemitério de Arlington em Washington nos EUA é venerado como o lugar de descanso de muitos Americanos famosos. Mas, o sepulcro de Jesus é famoso, justamente porque está vazio. --Don Emmitte, em "Living Illustrations for Effective Preaching"
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Filipe e o Ovo da Páscoa
Uma professora ensinava uma aula de alunos do terceiro grau. Nesta aula havia uns 10 alunos, todos na faixa de oito anos.
Um dos seus alunos era um menino chamado Filipe. Filipe tinha síndrome de Down. Apesar de aparecer feliz, Filipe mostrava cada vez mais sua sensibilidade. Ele se sentia diferente dos outros alunos.
Se vocês conhecem algumas crianças de 8-10 anos vocês devem saber que as vezes elas podem ser um pouco insensíveis. É justamente nesta idade também que a criança está querendo cada vez mais ser aceito pelos seus amigos.
Infelizmente, Filipe, apesar dos esforços da professora, não foi aceito pelos outros meninos. Mesmo assim, a professora fez tudo possível para que Filipe se sentisse uma parte da turma.
Filipe não escolheu ser diferente. Ele não queria ser diferente dos outros alunos mas ele era. E todos sentiram isso.
Esta professora foi bastante criativa. Um ano, durante a páscoa ela levou para a sua aula dez ovos plásticos vazios. Cada aluno iria receber um ovo. O objetivo era que cada aluno saísse para o jardim e procurasse um símbolo de vida renovada, de vida nova, um símbolo da Páscoa. Depois, eles iam misturar todos os ovos e abri-los para ver o que tinha dentro.
Todos os alunos saíram correndo para achar algo para colocar dentro do seu ovo. Em pouco tempo, todos voltaram e depositaram seus ovos numa mesa. Daí a professora começou a abrir os ovos.
Ela abriu um e dentro tinha uma flor. Todas as criança ficaram admiradas. Ela abriu outro e tinha dentro uma borboleta. As meninas disseram "Ai que lindo! Que bonito!" Os meninos não disseram muita coisa , por que meninos são assim, não é?
A professora abriu um terceiro ovo, mas não tinha nada dentro. Imediatamente todos começaram a rir e gritar "Isso não está certo. Que coisa boba. Alguém errou!"
Foi quando a professora sentiu alguém puxando sua blusa. Ela olhou e viu que Filipe estava ao seu lado.
"É meu" disse Filipe. "É meu." As crianças começaram a rir e dizer "Ai Filipe, você nunca faz nada certo! Você tá sempre por fora!"
"Eu fiz certo, eu fiz" disse Filipe. "É o túmulo. O túmulo está vazio!"
Toda a aula ficou em silencio. Ninguém disse nada. E você pode acreditar, ninguém nunca mais disse a Filipe que ele era estúpido ou que fazia sempre as coisas erradas. De repente Filipe foi aceito pela turma.
Naquele mesmo ano Filipe faleceu. Sua família sabia por muito tempo que ele não ia viver uma vida longa.
Muitas coisas estavam erradas com seu pequeno corpo. No final de Julho, com uma infecção que qualquer um dos seus amigos teriam sobrevivido, Filipe faleceu. Seu velório foi realizado na igreja que os pais dele freqüentavam.
No dia do seu velório, nove crianças de oito anos de idade foram para a frente da igreja e colocaram em cima do seu caixão um ovo de plástico - vazio.
Como o menino Filipe, nosso Senhor Jesus Cristo foi visto e tratado por todos que o conheceram como alguém diferente.
Ele também não foi compreendido. Não foi entendido.
Ele foi rejeitado. Foi perseguido.
Jesus também deixou uma herança - algo vazio - seu túmulo.
Quando você pensar sobre seu próprio túmulo, com toda sua finalidade, com todo o poder que ele tem sobre você, com toda sua humilhação, lembre-se de uma coisa. Um dia seu túmulo estará vazio - graças a Jesus.
de Harry Pritchet Jr. em Jornal de Teologia de St. Luke's (St Luke's Journal fo Theology) (Junho 1976) citado em "Um Guia de Oração Para Todo o Povo de Deus" (A Guide to Prayer for All God's People), Nashville, Tenn, E.U.A.: Upper Room Books, 1990. pp. 326-329.
A sombra do caminhão
Donald Grey Barnhouse estava dirigindo seus filhos até o velório da mãe deles. Num cruzamento da estrada um enorme caminhão passou pela frente deles, temporariamente passando uma grande sombra pelo carro em que estavam. Barnhouse perguntou aos filhos, "Você preferia que a sombra do caminhão ou o próprio caminhão passasse por cima de vocês?"
"É claro, a sombra," eles responderam.
"É isso que aconteceu conosco," falou Barnhouse. "O falecimento de mamãe é apenas a sombra da morte. O pecador perdido é atropelado pelo próprio caminhão."
- Larson, Craig Brian, editor em "Illustrations for Preaching and Teaching from Leadership Journal," Grand Rapids: Baker Book House, 1993, p. 55 03/03/05;
23/02/06; 29/03/06
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