Pensamento: Jesus não condenou o jejum, pois ele mesmo jejuou (Mt. 4:2). Ele ensinou que o jejum era uma escolha pessoal. No Antigo Testamento pessoas jejuavam por motivos de luto, arrependimento ou por grande necessidade (Juízes 20:26; 1 Reis 21:27; Esdras 8:21). Os seguidores de Jesus não passavam por nenhuma dessas situações. A simples presença do Mestre era motivo de plena alegria. Mateus, ao começar a seguir Jesus, ofereceu um banquete (Lc 5:29). Outros, como Pedro e Zaqueu, ao compreenderem quem Jesus é, se arrependeram espontaneamente (Lc 5:8; 19:8). Embora deixaram tudo para seguir Jesus, seus discípulos descobriram que não lhes faltou coisa alguma (Lc 22:35). Não havia necessidade para os discípulos jejuarem. Depois daqueles dias Cristãos jejuaram em momentos de consagração ou dedicação (Atos 14:1-3, 23). Hoje, ainda sacrificamos refeições e separamos nosso tempo para concentrar na oração. Mas, vamos lembrar quão privilegiados somos para viver na presença de Jesus o dia todo, com o Espírito Santo nos enchendo e a Palavra de Deus alegrando nossos dias. Estamos um dia mais próximo ao grande banquete das bodas do noivo e um dia menos distante da grande celebração celestial. Maranata Jesus!
Oração: Meu Senhor, perdoe meu esquecimento. Só porque não vejo Jesus ao meu lado, eu deixo as preocupações e frustrações deste mundo me entristecerem. Que bobagem! O dono do universo está aqui ao meu lado. A força que moveu as mãos que escreveram o maior livro da humanidade vive dentro de mim. Obrigado, Pai, por abrir meus olhos de novo para estes e tantos outros motivos de alegria que eu tenho. E, obrigado por Jesus, que é tudo para mim. Amém.